Luxúria.







O sujeito não valia praticamente nada, descaradamente canalha, praticamente um psicopata, mas era tão bom, tão bom no que fazia que elas o amavam. Sofriam mas amavam. Seu prato predileto? Mocinhas românticas. Devorava-as, depois cuspia os restos. e elas? Pasmem, nunca mais o esqueciam. Ele despedaçava almas porque a sua era destroçada. Vingava-se do amor, ferindo.

Andréa Beheregaray.
A história do homem que não amei In Luxúria.

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