É preciso saber viver.



Coisas, coisas, coisas...minhas mãos estão coçando, inquietas, escrevo, escrevo, mas não por aqui, por lá. Estou ansiosa para falar das novidades...mas ainda não posso. Preciso esperar. Não gosto, sempre fui de não guardar presentes e nem ficar esperando o momento ideal, ganho, uso e me divirto. Nesse caso, no entanto, não posso. Está no forno a novidade. Novidades, na verdade. Coisa boa no plural.


De qualquer forma, encontrando um tempo no meio de tantas coisas, quebro o jejum da blogsfera e registro algo que, hoje, pensei sobre os trabalhadores compulsivos. É mais ou menos assim:


O workaholic tem muito medo da morte e por isso trabalha tanto. Para dar sentido a sua vida e não correr o risco de que as horas se encham de vazio e angústia. O vazio tem cheiro de morte e trabalhar, trabalhar, trabalhar pode preencher uma vida. Pouca gente sabe o que fazer da sua vida quando as horas vagam, quando as férias vem.


O trabalho é uma bóia. O capitalismo um grande oceano de náufragos desesperados agarrados a qualquer coisa que ajude a lhes manter a tona e que os impeça de se afogar na imensidão.


O lema do capitalismo e chegar ao topo, nunca ao fundo. Ao fundo de si mesmo.


Pensando bem, o workaholic não tem medo da morte, tem medo é da vida.

Comentários

  1. Que saudades... ainda bem que vc não nos abandona nunca....

    Passei pra desejar um otimo domingo!
    bjos

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  2. Volta logo e conta assim que puder, to curiosa e ansiosa *-*

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  3. Ow alegria te ler!!!

    Obrigada!!

    Bjs e volta logo com suas novidades!!!

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