Uma vida toda para dentro.


É...sei que estou me tornando uma pessoa solitária e estranhíssima, com uma aparência socíável. Mas é só aparência. Gosto de pouquíssimas pessoas, tumulto demais me perturba, barulho em excesso me perturba, gente falando, burburinho e papo furado me irritam.
Estou apaixonada pelo silêncio e pelo vazio. Não vejo saída e nem retorno. Não desejo isso também.
Viver na cidade, para mim, é sofrido. Congestionamentos, buzinas, asfalto e fumaças me fazem sofrer tremendamente. Não gosto de falar ao telefone, não uso relógio e quase nunca sei o dia do mês. A maternidade é o único motivo, meu único laço com a realidade, não fosse ela, não sei ao certo o que seria de mim.
Eu disse, estou me tornando uma pessoa estranhíssima, solitária, mas tenho estado bastante satisfeita.

Comentários

  1. talve nao seja só vc que se sinta assim, mas a verdade e que as pessoas se acostumam a fingir, que estao bem e felizes na mediocridade de relaçoes passageiras e vazias,mas ainda acho que e melhor e estar sozinho, e em paz do que em um turbilhao de pessoas em conflitos internos.
    minny

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  2. Amiga linda!!!eu perdi o meu outro blog...
    queira por favor me seguir neste meu
    mais novo blog...hehehehehehe!!!
    e me deixe nos seus favoritos...
    beijos queridaaa!!

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  3. As vezes a solidão acaba se tornando um caminho obrigatorio...

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  4. Estou isso tudo, e o pior, ou melhor, não tenho a maternidade ainda como laço com a realidade! =D

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