A olho nú.


Eu ainda me espanto pela forma como me antecipas
Sabe hoje, meu amanhã, e eu sei teu ontem
Reflete em mim aquilo que ainda não sei
E eu vejo em ti o que tentas esconder
_
Já faz tanto tempo
Tanto mar, tanta estrada corrida
e você ainda está aqui
dentro de mim
_
Meu déjà vu
Você que sabe que
de tanto doer tudo se perdeu
Nós que cortamos a carne
_para sentir, ainda
_
Nós que nos sabemos sórdidos,
e enganamos a morte.
Assombrados pela solidão.
Nós que não temos como voltar a acreditar
_
Déjà vu
Não ter foi a forma mais bonita de ir além

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