Luis Alberto Warat


Separei e coloquei no blog um link com os textos que publicamente trocamos , eu, ele e Albano, na nossa breve a afetuosa convivência.



Poucos dias antes de sua partida falamos por e-mail, ele estava cansado e com dificuldades de escrever. Desculpava-se por não poder responder frequentemente, como gostava. "Querida Andrea: Me cuesta escribir (...) muchas saudades y beijos pra vc!

"Não se preocupes em responder, mandarei notícias, você me lê, mantemos contato assim. Não é preciso respostas para que possamos estabelecer um diálogo. Algumas trocas acontecem no silêncio. Sempre conversamos muito em silêncio, não é mesmo?".




Como combinamos: eu escrevo e você me lê, de onde estiver.

Agora sem dor.


Comentários

  1. Lindo Andréa,

    Quero aprender a dialogar em silêncio, ou pelo menos compreender este falar em silêncio.


    Beijos meus

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  2. Andréa, passo por aqui há dias, me encantando e me reconhecendo nos teus escritos de uma lindeza só!

    Hoje sorri e festejei com os diálogos com Luis. Lamentei não ter sentido, abraçado Alberto.

    Tu és potente como Warat ...

    Espero por aqui mais escritos teus e dele (ou sobre ele!)

    Um abraço apertado,

    Andreia

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  3. Andrea, adorei seus textos, estou seguindo e admirando muito.

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  4. Andreia, Luis era potência de vida, quisera eu ter força assim. Mas o que mais gostaria de ter dele é a capacidade afetiva e congruência entre o que pensava e vivia. O que você sabe, muitos escrevem coisas sensacionais, mas na prática não são nem metade, enfim, Luis não era um desses, certamente.
    Desejo eu seguir dialogando com ele, internamente. Diálogos silenciosos, Fernanda, que ocorrem espontaneamente, não te preocupes em aprender, eles virão.
    Bianka, eu já te sigo por lá, e adoro seu blog. Muito bonito.
    Beijos meninas.

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  5. Que lindo...não conhecia este texto..amei ^^

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  6. Andrea, sem "como" então ...
    Tu és potente, querida, muito ... se ainda não sabe, saiba! [risos]
    Penso que congruência entre o que pensamos e vivemos é um via dupla e constante ... um desafio permanente de construção e desconstrução do que pensamos e do que vivemos.
    Por fim, o que eu queria dele era um abraço ... para encostar meu coração no dele!

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