Gostinho de infinito.


O que ela mais gostava nela mesma era essa possibilidade de ser.

Ser o quê?

Qualquer coisa.

Nunca sabia o que seria ao amanhecer e nem como acabaria o dia.

Se isso assustava?

Assustava os outros, a ela não.

Para ela essa era a mágica da vida.

Possibilidades, um recriar-se constante.
8
A liberdade de existir tinha gosto.

Água na boca com gosto de infinito.

Comentários

  1. Ah, não me assustas não. Na verdade tenho admiração por ti!!
    YEHHH:)))))

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  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  3. Rubens!

    Fiquei presa no congestionamento, não consegui ir, mas o livro vou comprar com certeza.

    Beijos!

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  4. Juliana,querida, obrigada.

    A admiração é recíproca (recíproca é uma palavra horrorosa, deve ser irmã da palavra mondongo). Vou melhorar isso...tb te admiro querida.

    Bjs.

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