Ato falho.



Eu A.D.O.R.O ato falho. Dos outros, claro.

Durante uma aula no pós graduação de Ciências Penais da PUC, um professor empolgado falava de casamento.

Eis que, no meio da conversa, ele foi falar que trocou alianças com a excelentíssima.

E de repente, não mais que de repente, ao invés de falar alianças falou??

ALGEMAS!

Eu era a única psicóloga da turma, do o resto era do direito, então ele me olhou rápido, espantando com o que acabará de falar. Arregalou sutilmente os olhos, como quem diz "calada".

Eu, em troca, sorri deliciada, pensando "coitado, está se sentindo preso".

Mas como canta Renato Russo sobre o amor "é o estar-se preso por vontade". Então, querido professor, encare isso como uma "liberdade assistida".

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