albanopepe disse...

Homens e mulheres de honra existem, não são miragens que confundem nossos sentidos, embora que às vezes nos sentimos perdidos nas desertificações das cidades que habitamos. Mas tal tuaregs pessoas como você e eu são nômades que tanto podem migrar geograficamente em busca de um oásis qualquer. rizomaticamente sem sair do lugar, aceitando os movimentos descontínuos a que nos submetemos por aceitarmos viver em devires. "Dormimos um, acordamos outro" diria eu pensando em Fernando Pessoa.


Andréa, te leio tantas Andréas que nem podes imaginar. Cada movimento, cada sensibilização, cada resgate do cotidiano que deixa de acontecer assim que nós o vivenciamos e você: Joana D'Arc enlouquecida em busca da utopia que marca de tantas Andréas, a sua essência, não divina mas cósmica e que você a busca com tanta honra e dignidade: o mais belo legado para teus filhos, teus amigos e teus amores, todos evanescentes, todos eternos.


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