Warat, querido.

Demorei uma semana para elaborar teu convite. Fiquei surpresa e tocada por querer dividir comigo a construção da tua biografia.
Tentei não pensar aquelas bobagens que imaginas, da responsabilidade e da capacidade para fazer algo sim, mas pensei.
No entanto vou deixar essas coisas de lado, e para roubar-te memórias e criarmos juntos outras tantas, rogo aos deuses gregos apenas a coragem e sensibilidade necessárias para contar, junto contigo, tua vida.

Aceito teu convite, de todo coração.
Será uma honra construir contigo as cores da Taberna, seus cheiros, seus sons, tuas memórias e teus afetos. Um bom vinho e muito livros.

Espero ser uma boa ladra!

Um beijo bonito.


(Na foto, uma sugestão de placa para Taberna!)

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